sobre o zero ou o incentivo a usar mota na cidade...
a mota é um meio de transporte caro.
não é pelo consumo de combustível que normalmente é baixo,
não é pelo custo de manutenção.
não é pelo estacionamento (que em lisboa é anedótico, está sempre ocupado por carros e depois admiram-se que se estacione em cima do passeios).
andar de mota é caro porque:
o imposto pago no acto de compra é para artigos de luxo,
o seguro é mais caro e menos vantajoso que o dos carros,
a liberalização da condução de motas até aos 125cc uma miragem e as cartas caríssimas,
o estado das estradas na capital são dignas de um "dakar" e feitas para que o motociclista se espalhe ao comprido a cada buraco, lomba ou carril,
não há descontos em portagens de autoestradas ou pontes (como em qualquer país civilizado),
e o IMV, vulgo selo, é muito mais caro que o dos carros.
numa cidade em que o trânsito é caótico, o estacionamento uma loucura, a utilização abusiva do carro por toda a gente é considerado praga, a poluição do ar pelos escapes em escalada, e em que não havendo acessos planos a toda a cidade a mota seria uma solução, o incentivo a utilizá-la é zero.
e assim se vai continuar a ver o "zé tuga" a andar sozinho num carro de 4 lugares em percursos congestionados e curtos, a ver carros parados em segundas e terceiras filas no centro de lisboa e o governos a dizer aqui d'el rey que estamos mal de défice a aumentar a gasolina.
e incentivos para andar de mota:
zero.
menos que zero.
apesar de todos os contras eu vou andar de mota.
pelo ambiente,
pela qualidade de vida e
pela minha sanidade mental.
obrigado.
não é pelo consumo de combustível que normalmente é baixo,
não é pelo custo de manutenção.
não é pelo estacionamento (que em lisboa é anedótico, está sempre ocupado por carros e depois admiram-se que se estacione em cima do passeios).
andar de mota é caro porque:
o imposto pago no acto de compra é para artigos de luxo,
o seguro é mais caro e menos vantajoso que o dos carros,
a liberalização da condução de motas até aos 125cc uma miragem e as cartas caríssimas,
o estado das estradas na capital são dignas de um "dakar" e feitas para que o motociclista se espalhe ao comprido a cada buraco, lomba ou carril,
não há descontos em portagens de autoestradas ou pontes (como em qualquer país civilizado),
e o IMV, vulgo selo, é muito mais caro que o dos carros.
numa cidade em que o trânsito é caótico, o estacionamento uma loucura, a utilização abusiva do carro por toda a gente é considerado praga, a poluição do ar pelos escapes em escalada, e em que não havendo acessos planos a toda a cidade a mota seria uma solução, o incentivo a utilizá-la é zero.
e assim se vai continuar a ver o "zé tuga" a andar sozinho num carro de 4 lugares em percursos congestionados e curtos, a ver carros parados em segundas e terceiras filas no centro de lisboa e o governos a dizer aqui d'el rey que estamos mal de défice a aumentar a gasolina.
e incentivos para andar de mota:
zero.
menos que zero.
apesar de todos os contras eu vou andar de mota.
pelo ambiente,
pela qualidade de vida e
pela minha sanidade mental.
obrigado.
repérage - é isto que ando a fazer agora...
Le repérage consiste à trouver un lieu de tournage adéquat pour des scènes nécessitant d'être tournées en extérieur ou en intérieur en dehors des studios. Ces décors sont dits "naturels" car ce ne sont pas des décors reconstitués. Cette recherche peut être effectuée par le réalisateur, par son premier, second ou troisième assistant. Depuis une quinzaine d'années le recours à des techniciens spécialisés dans la recherche de décor se développe fortement. Ces techniciens s'appellent des repéreurs. Ils cherchent et trouvent les décors correspondant aux impératifs de mise en scène, s'assurent de la faisabilité technique et pratique du tournage. Ils présentent ensuite les clichés du décor au réalisateur en vue de leur validation.
Un article de Wikipédia, l'encyclopédie libre. Cet article est une ébauche concernant une technique cinématographique.
Un article de Wikipédia, l'encyclopédie libre. Cet article est une ébauche concernant une technique cinématographique.
assim se viu a força do trabalho precário...
a greve geral de dia 30 foi um falhanço porque quase toda a gente tem medo de perder o emprego.
as pessoas que trabalham com contractos a termo certo e a recibos verdes não podem fazer greve.
seriam despedidos.
e haveriam milhares de pessoas que aceitariam as más condições de trabalho por um salário.
o "patrão" ganha sempre.
as relações de poder laboral estão desiquilibradas.
nos dias de hoje devia-se lutar pela inclusão das pessoas no meio do laboral com condições e não por privilégios "extra".
alguém disse isto ontem na tv2 e eu não decorei o nome... pena.
mas os senhores sindicalistas deviam ouvir isto.
e se a greve fosse de trabalhadores precários... aí sim o país parava.
as pessoas que trabalham com contractos a termo certo e a recibos verdes não podem fazer greve.
seriam despedidos.
e haveriam milhares de pessoas que aceitariam as más condições de trabalho por um salário.
o "patrão" ganha sempre.
as relações de poder laboral estão desiquilibradas.
nos dias de hoje devia-se lutar pela inclusão das pessoas no meio do laboral com condições e não por privilégios "extra".
alguém disse isto ontem na tv2 e eu não decorei o nome... pena.
mas os senhores sindicalistas deviam ouvir isto.
e se a greve fosse de trabalhadores precários... aí sim o país parava.
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